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Ninguém contrata software. Contrata um gargalo que para de custar.

Toda frente abaixo existe porque alguma parte da operação trava, e esse travamento tem preço anual. O trabalho começa medindo esse preço. Depois vem o sistema, o agente de IA ou a integração, sempre em etapas com escopo, data e valor fechados.

Medir o meu gargalo Como o escopo é fechado

Três frentes, e a mesma régua nas três.

Não são nove produtos de prateleira: são três maneiras de devolver controle a uma operação. A maioria dos projetos começa numa frente e encosta na seguinte por consequência: o sistema novo pede integração, e a integração pede painel.

Previsibilidade Construir o sistema que a operação ainda não tem.

Quando o processo já não cabe em planilha, em e-mail nem no sistema de 2011. Aqui o risco não é técnico, é de escopo: por isso cada pedaço entra em produção antes do próximo começar.

  • Sistemas web e plataformas internas

    Sistema personalizado para o processo que hoje vive espalhado entre planilha, grupo de WhatsApp e a memória de duas pessoas. CRM sob medida, ERP leve, portal de cliente, painel de indicadores, com permissão por papel e auditoria embutidas desde a primeira etapa.

    • CRM e ERP sob medida, portais de cliente
    • Permissão por papel e trilha de auditoria
    • Substitui a planilha sem virar refém dela
  • MVPs e produtos digitais

    Para quem precisa descobrir se a ideia tem cliente antes de construir o produto inteiro. A primeira etapa entrega o caminho que prova a hipótese, no ar, com usuário de verdade. O repositório já está em seu nome.

    • Web, mobile ou SaaS
    • Primeira versão no ar em poucas etapas
    • Repositório e ambiente em seu nome
  • Modernização de sistemas legados

    Sistema antigo que ninguém quer tocar, mas que segura o faturamento. Migração por etapas, com o antigo e o novo convivendo. Nunca big-bang de fim de semana, porque a operação não pode parar para o fornecedor testar hipótese.

    • Migração por etapas, sem big-bang
    • Antigo e novo rodando lado a lado
    • Inclui linguagens e bancos legados

Segurança Colocar a IA para trabalhar sem o dado sair de casa.

A pergunta que trava projeto de IA em empresa quase nunca é "funciona?". É "onde esse documento vai parar?". Por isso a resposta padrão aqui é o agente que roda na sua infraestrutura, com permissão por papel e trilha de cada consulta.

  • Agente de IA privado (on-premise)

    A IA instalada dentro da sua infraestrutura ou da sua nuvem, com as chaves em seu nome: nenhum documento sai da rede e nada vira treino de modelo de terceiro. É o desenho para quem lida com contrato, prontuário, folha ou base de cliente e não pode mandar isso para fora.

    • LLM local, sem nuvem de terceiro
    • Trilha de auditoria de cada consulta
    • Desenhado para LGPD desde a arquitetura
  • Agentes de IA para empresas

    Agente que assume uma tarefa inteira do dia a dia: triar atendimento, conferir nota, montar relatório, responder consulta interna. Tudo conectado aos sistemas que a equipe já usa. Não é chat: é um colega que executa e deixa registro do que fez.

    • Atendimento e triagem assistidos
    • Consulta a contrato e documento
    • Custo de IA medido por consulta
  • IA documental e busca inteligente

    Contratos, normas, manuais e bases internas viram uma coisa só que responde perguntas com a fonte junto. A resposta respeita a permissão de quem perguntou: quem não pode ver o documento também não vê o resumo dele.

    • Busca semântica em PDF e contrato
    • Resposta com fonte e citação
    • Permissão por usuário e por área

Observabilidade Fazer a operação aparecer, em vez de ser contada.

A informação existe: está no ERP, no CRM, na caixa de e-mail e na cabeça de quem opera. O que falta é ela chegar junta, na hora, e avisar sozinha quando sai do normal.

  • Integração entre sistemas

    ERP, CRM, WhatsApp, e-mail, banco de dados, planilha, API e sistema legado passando a conversar, inclusive os antigos que não têm documentação. Toda integração sobe com alerta: quando ela falha, você sabe antes do cliente.

    • ERP ↔ CRM ↔ WhatsApp ↔ planilha
    • Reprocessamento sem duplicar registro
    • Alerta no seu canal quando a ponte cai
  • Automação de processos

    As tarefas que consomem a semana da equipe sem produzir nada: aprovar, avisar, copiar de um sistema para outro, montar o mesmo relatório todo mês. Automação aqui vem com registro do que rodou, para ninguém precisar confiar no silêncio.

    • Fluxo de aprovação e notificação
    • Geração automática de documento
    • Relatório recorrente sem digitação
  • CTO sob demanda

    Para a empresa que precisa decidir tecnologia sem ter quem decida por dentro: avaliar proposta de fornecedor, revisar arquitetura, priorizar roadmap, dizer quando não vale construir. Serve muito para descobrir que o projeto que você ia contratar não precisa existir.

    • Sessões periódicas com a liderança
    • Revisão de proposta e de fornecedor
    • Mentoria do time interno

Isto não é diferencial. É o mínimo, e vem em qualquer frente.

Nada abaixo é cobrado à parte, e nada abaixo depende do tamanho do projeto. Se um fornecedor te oferece qualquer um destes como item opcional, vale perguntar o porquê.

  • Escopo, data e valor por etapa

    Antes de começar, você lê o que a etapa entrega, o que ela não entrega, quando entra no ar e quanto custa. O que não estiver escrito não é cobrado nem prometido.

  • Ambiente, repositório e chaves em seu nome

    Do primeiro commit ao último. Não existe ambiente "da Steply" onde o seu sistema mora. Ele nasce onde vai ficar, e você nunca precisa pedir acesso ao que é seu.

  • Painel aberto enquanto estiver no ar

    Disponibilidade, erro, tempo de resposta, custo de IA por consulta e histórico de entregas. É o mesmo painel que a nossa equipe usa, não uma versão resumida para cliente.

E o que a Steply não faz.

Catálogo que aceita tudo não é catálogo, é anúncio. Estas quatro coisas a gente recusa mesmo quando o cliente insiste, e explica o porquê na hora.

  1. Alocar gente por hora, sem entregável

    Body shop transfere o risco inteiro para quem contrata: você paga a hora, e o resultado é problema seu. Se o que você precisa é braço sob sua gestão, existe quem faça isso melhor e mais barato.

  2. Orçar projeto de seis meses numa reunião

    Número dado sem diagnóstico é chute com aparência de proposta. Ou vem alto demais e você não fecha, ou vem baixo demais e vira aditivo no meio do caminho.

  3. Colocar IA onde o problema é de processo

    Boa parte dos pedidos de "agente de IA" que chegam aqui se resolve com uma integração e um campo obrigatório. Falamos isso antes de vender o agente, mesmo custando a venda maior.

  4. Segurar o cliente por dependência

    Sem código fechado, sem ambiente que só a gente acessa, sem documentação retida como garantia de contrato. Se você quiser sair, sai com tudo funcionando. É assim desde o primeiro dia.

Antes de escolher a frente.

Não sei em qual dessas frentes meu problema cai.

É o caso mais comum, e não é você que precisa descobrir isso. O diagnóstico começa pelo processo, não pela tecnologia: a gente mede onde a operação trava e quanto isso custa por ano, e a frente aparece como consequência. Às vezes a resposta é que nenhuma delas se justifica ainda. E isso também vale a conversa.

Dá para começar por um pedaço pequeno?

É o padrão, não a exceção. A primeira etapa costuma resolver um gargalo só, em 2 a 6 semanas, com escopo e valor fechados, e entra em produção antes de existir compromisso com a segunda. Projeto grande aqui é uma sequência de etapas pequenas que continuaram fazendo sentido, não um contrato longo assinado no começo.

Vocês trabalham com o time interno que já temos?

Sim, e é o desenho que costuma render mais. O time interno conhece a operação e as exceções que nenhuma documentação registra; a Steply entra na parte que trava por falta de tempo ou de especialidade. O código vive no seu repositório desde o primeiro dia, então não existe momento de "passar o projeto". Ele já está lá.

A IA precisa mesmo rodar dentro da nossa infraestrutura?

Não em todo caso: depende do dado que ela vai ler. Para conteúdo público ou de baixo risco, um modelo em nuvem com contrato adequado resolve e custa menos. Para contrato, prontuário, folha e base de cliente, o desenho on-premise deixa de ser preferência e vira requisito, e é aí que ele se paga.

Quanto custa uma dessas frentes?

O valor é por etapa, não por frente, e sai fechado no documento da etapa antes de começar. A escada de planos mostra os tamanhos de entrada: diagnóstico, primeira etapa em produção, sistema da operação e evolução contínua. O que define o número é o recorte do gargalo, e é justamente isso que o diagnóstico produz.

Comece pelo processo que mais dói, não pela tecnologia.

Conte qual parte da operação consome tempo sem produzir nada. Você sai da conversa com o gargalo medido e com o escopo, a data e o valor da primeira etapa, mesmo que decida não seguir.

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